Navegando na internet lendo uns artigos aqui e outros lá, me deparei com este:
"Muito se esta falando na internet sobre este artigo, intitulado "Como escrever um vírus para Linux em cinco passos", utilizando-se os arquivos .desktop para isso. O problema é que o Gnome e o KDE interpretam diretamente os arquivos .desktop baseando-se somente pela extensão.
Isto se caracteriza como uma violação dos princípios do Unix de que um arquivo somente é executável quando possui o bit +x ativado. Em vez de fazer isso, decidem a executabilidade" baseando-se no nome do arquivo... exatamente o mesmo que faz a Microsoft com os .com, .exe, .scr.... e com exatamente as mesmas consequências de (in)segurança." Fonte: D'Oh!Bom, com relação à permissão de execução dos arquivos .desktop (que diga-se de passagem, facilita a vida dos inciantes), realmente pode ser prejudicial ao sistema, mas não tanto ao ponto de compará-los com os arquivos .com, .exe, do sistema proprietário, mesmo porque as permissões ficam restritas ao diretório /home do usuário, porém, temos o problema daqueles usuários que insistem em usar o sistema logado como super-usuário, dai a coisa se complica.
Esperamos que esse artigo serva como um alerta aos desenvolvedores, para que criem um mecanismo que permita essa facilidade aos iniciantes e ao mesmo tempo proteja o sistema dessa falha.